Duvido. Duvido que eu veja uma coisa tão maravilhosa quanto esta ainda este ano!
Porque dom não é para qualquer um. Captar a alma é o dom deste ator neste espetáculo.
A Banda também é nota 100. O cenário idem. O minimalismo idem.
Vejam.

Duvido. Duvido que eu veja uma coisa tão maravilhosa quanto esta ainda este ano!
Porque dom não é para qualquer um. Captar a alma é o dom deste ator neste espetáculo.
A Banda também é nota 100. O cenário idem. O minimalismo idem.
Vejam.

Hoje foi o Estadual da Gabriela lá em Barueri.
Mais sete lutas em seu currículo. Mais 3 medalhas : duas de bronze (Sênior e Junior) e uma de ouro (Juvenil).
Hoje ela estava mais resistente! Mais alegre e confiante. Mais madura. O frio ajudou, mas segundo a judoca "também atrapalha". Uma dor aqui e acolá apareceram, mas "faiizz parteeeeee". O ginásio era confortável, o kit judô (edredons, almofadas e cobertores) foram de muita utilidade e alguns suplementos também. O longo dia lá dentro (das 7h20 às 17h30) passou sem deixar muitos traumas. Nada de choro compulsivo. Nada de gritos histéricos, nada de nada! É, o frio ajuda a deixarnos mais estáticos.
E vamos em frente rumo ao Paulista Junior na semana que vem!
P.S.1: O detalhe fica para a torcida dos contra. Em determinadas lutas mais parecia uma final de campeonato mundial de futebol.
P.S.2: Valeu o almojanta com Fafa e Carlão. Histórias hilárias! Línguas afiadíssimas.
P.S.3: Pronto, já dei o recado. Bora dormir que pareço zumbi. Xaue.
Camille Claudel:
" Há sempre algo de ausente que me atormenta."
Ou na sua forma mais bruta:
"Il a toujours quelque chose de absent qui me tourmente".
Eu completo:
No outono (mais nesta época).
No inverno.
Na primavera.
Talvez no verão também.
O que eu mais fiz neste feriadão?
Ler, ler e ler até 3 da matina.
Afinal diversão não tem hora.
Demais!
"É espelho bem espelho?"

Eu e as meninas fizemos esta arte hoje.
Aliás, Gabriela vai dizer que a idéia é dela. Ok, é dela!
Mas eu e Manoela quem penduramos tudo!
E, olha lá no cantinho quem tava olhando para nós! Hahahaha
Nunca fui fã da escritora em questão. Nunca. Ainda não sou. Mas ao me deparar com a revista semanal vi o título deste texto e achei por bem lê-lo. Estava lá todo o meu pensamento sobre o caso do ano. Aliás, o descaso de ambas as partes. Não queria comentar nada. Não devo. Mas que porrafuckspaimadrastaavóavômãetiotiaparentesemgeral são estes que não têm um pingo de amor pelapobregarotinha? Eu por muito menos me agarraria à minha cria e seu eu não pudesse salvá-la ao menos morreria junto. Abraçada, bem abraçadinha.
Ponto de vista: Lya Luft
Menina quase morta, sozinha
"Não a vi abraçada, levada no colo por alguém desesperado que tentasse lhe devolver a vida, que a cobrisse de beijos, que a regasse de lágrimas.
Estava ali deitada, a criança indefesa, como um bicho atropelado com o qual ninguém sabe o que fazer"
Como grande parte do país, acompanho obsessivamente o caso da menininha de 5 anos brutalmente maltratada, espancada, jogada no chão, esganada, e finalmente atirada pela janela como um gato morto. Corrijo: nenhum de nós jogaria pela janela um gato morto. Talvez um rato: se encontrasse um rato morto em minha casa, num gesto insensato eu o pegaria pela ponta do rabo e o jogaria pela janela (a minha também fica num 6º andar). Seria, além disso, mal-educado: não se jogam coisas pela janela de apartamentos. Nem menininhas, mortas ou vivas.
Escrevo aqui com o maior cuidado: não devo afirmar que pai e madrasta trucidaram a menina e se livraram dela como se fosse um pedaço de lixo. Para isso temos a polícia, num trabalho de primeiríssimo mundo. Então: alguém a espancou, atirou-a ao chão, talvez lhe quebrando ossinhos da bacia, e a esganou por três minutos. O termo "esganar" é meio antigo: como será apertar por três minutos o pescoço de uma criança de 5 para 6 anos? É difícil entender o tempo de agonia e dor de três minutos. Quem faz fisioterapia eventualmente é instruído: contraia esse músculo por vinte segundos. Tentem contar os 180 segundos que compõem três minutos de pavor.
Ilustração Atômica Studio![]() |
Essa história terá sua explicação em breve. Mas quem cometeu essa bestialidade terá seu merecido castigo neste país das impunidades e das leis atrasadas e frouxas? Recentemente, aqui perto, um menino de 15 anos confessou na maior frieza o assassinato de dezessete pessoas. Quinze deles já foram confirmados. "Matei, sim." Talvez tenha acrescentado, num dar de ombros: "E daí?". Por ser menor de idade, como tantos assassinos iguais a ele, foi para uma dessas instituições de ressocialização nas quais não acredito para esses casos pavorosos. Logo estará livre para reiniciar com alegria sua atividade de serial killer. E, se perguntarem a razão, talvez diga como um jovem criminoso que assaltou um amigo meu: "Nada. Hoje saí a fim de matar alguém". Nossas leis vão finalmente, segundo entendi nas palavras do novo presidente do Supremo, ser realistas, graves, portanto justas? Eu quero mais: pena de morte para casos como os que citei, independentemente da idade. Pelo menos prisão perpétua, sem misericórdia. Quem cometeu o horrendo crime de São Paulo deve apodrecer numa prisão pelo resto de sua miserável vida.
A menininha atirada no minúsculo jardim de seu edifício, ainda viva, ficou ali por muito mais que três minutos. Imagino sua alminha atônita e assombrada, no escuro. Ainda presa ao corpo, ainda presente. Na loucura que o caso provoca, porque ela poderia ser nossa criança sobre todas as coisas amada, o que mais me atormenta é a sua solidão. Não a vi, em nenhum momento, abraçada, levada no colo por alguém desesperado que tentasse lhe devolver a vida que se esvaía, que a cobrisse de beijos, que a regasse de lágrimas, que a carregasse por aí gritando em agonia e pedindo ajuda. O que teria feito a pobre mãe se estivesse presente.
Estava ali deitada, a criança indefesa, como um bicho atropelado com o qual ninguém sabe o que fazer. Na nossa sociedade, em que as sombras mais escuras do nosso lado animal andam vivas e ativas, lá ficou, por um tempo interminável, caída, quebrada, arrebentada, e viva, a menina quase morta. Sozinha.
Lya Luft é escritora
Fonte: VEJA - Edição 2058 - 30 de abril de 2008
... caiu no tatame é ippon.
Gabriela hoje estava inspirada. Não sei se foi a torcida (avós, tias, a déia, a Luiza e etc), o local (Guarujá) ou se tudo isso junto com o talento da judoca. rs Mas o fato é que no Regional de hoje Gabi foi ouro no Juvenil, prata no Junior e bronze no Sênior. Foram 9 lutas ao todo! Haja coração para sofrer. Haja garganta para gritar. Haja cervical e bunda para ficar sentada por tantas horas e... haja orgulho!
Não, não vou comentar as lutas. Pqp são nove! Tenham dó!!!! Mas logo colocarei links das lutas.
... sacudiu, balançou... é tremor de verdade!!!!
Tava eu lá peladona, meditando em cima da minha grande cama quando eu sinto ela tremer. Pensei que fosse um grande caminhão na rua. Depois pensei que fosse vendaval, mas vendaval balança a cama? Olhei numa fresta da janela e as palmeiras estavam estáticas.
- What porra é esta???
Corri pro banheiro pra pegar uma roupas, me vesti e então consegui reparar que as janelas estavam tremendo, o telhado e os cachorros latindo.
Pânico! Meu vizinho saiu na rua e eu no terraço gritei:
- Sua casa balançou?
- Balançou. O que foi isso?
- Sei lá. Só sei que láááá do outro lado da Enseada também tremeu na casa da minha irmã.
Pausa para o pãnico. Sim, sou paniquete no sentido do pânico mesmo. Aliás, tô em pânico até agora achando que todos estão mentindo para mim e que o tsunami vai vir sim!!!
Valeu pelas janelinhas abertas no MSN. rs
Valeu pelo papo com a minha amiga carioca Gláucia.
Pelas besteiras que se fala.
Valeu pela leitura dos relatos dos iniciados em terremotos. Cada história mais fantástica que outra.
Só não valeu pelo pavor de eu estar sozinha e os três aqui de casa chegarem cantando:
- A mamãe abraçou a Mel. A mamãe abraçou a Mel. A mamãe abraçou a Mel. A mamãe abraçou a Mel.
Sifu.
E VIVA o Descobrimento do Brasil!
Quer viajar mais de 1200 km em seis horas? Aliás, mais de 2400 km em dois dias?
Conhecer lugares remotos, sem remotos e afins? (rs)
Ter a sensação de bunda achatada?
Sentir frio, calor, frio e calor.
Pegar chuva, sol, chuva e mais chuva?
Pergunte-me como.
Eram quatro meninas. Ohhhhhhhhhhh. SP, SC, RS e PR. Ohhhhhhh. Manoela estava na expectativa de pegar uma de faixa marrom mais fortinha. Começou lutando com uma de faixa amarela. Depois a de faixa azul. E finalmente, vamos para a luta final. O nervosismo prevalece, mas a "catigoria", a "ténica" e o porte eram mais da Manoela que a tal da faixa marrom(como ela) não pareceu ser uma oponente forte quando lutou com as outras duas. Vamos aos fatos finais: Manoela ficou com o vice-campeonato. Não subestimou. Apenas fez uma CAGADA tão GRANDE que dá nó na garganta só de pensar. Esta CAGADA ela não vai esquecer tão cedo!!!! Com apenas um minuto de luta, Manoela sai de um golpe e vislumbra em sua frente a oponente de costas para ela do outro lado do tatame. Como o juiz não tinha dado "mate" (parar luta) Manoela sai em disparada e avança na menina que olha pra trás mais rápido ainda e... pega o braço da Manoela e tasca-lhe um ipon.
Eu que não entendi nada olhei diretamente para o placar para ver se o tempo tinha acabado, pois este tipo de atitude é de quem está perdendo (como Manoela estava) e vai para o tudo ou nada.
- Manoelaaaaaaaaaa, só passou um minuto Manoelaaaaaaaaaaaaaaaaa. Que aconteceu?
Manoela tava lá, deitada no tatame num choro compulsivo. E pensar que a oponente tava morrendo de medo da Manoela. Hahahaha Coisas do esporte.
O jeito foi passar o resto do dia pensando como seria esta luta se ela fosse até o final.
O final.
O final foi um ipon.
P.S. 1: Fica sussa nhunha, bora focar o Paulista.
P.S.2: Mas que você não vai esquecer esta cagadegas tão cedo, não vai.
P.S.3: Te amo.
Chegamos. E não é que o 35 estão muito, mas muito bem pagos???? Tem até wi-fi free. rs
E viva o Campeonato Sul-Brasileiro!
Triotelefônicaparalamasfrejatvanessadamatasantoandretudodebom.
Sobe o pano:
Eu no backstage no meio do show.
Adriana chama:
- Frejat!Frejat!
Ele olha descendo a rampa.
Adriana diz:
- Tira uma foto, por favor. Nós três. Ela é minha irmã gêmea.
Ele olhou pra mim, chegou perto e falou no meu ouvido (leia, mas leia imaginando aquela voz rouca e grossa tudo ao mesmo tempo agora):
- Você está comprometida para o resto da vida então.
- Hã? (tontinha hahahahahahaha)
Na hora não tinha entendido que ele tava falando do laço sanguíneo e para toda a vida. Gêmea, bã!!!! hahaha
Trio

Longo Caminho

P.S.: Nem vou contar que tenho um cracháTRIO. Queria então mandar um beijo proBi, proJoão, proHerbert, profilhodoprefeito, pras minas, pros minos, um especial proBilly e um pra você Xuxa. hahaha
No teatro

Porque em forma de cordel é MARAVILHOSO!
Nos cinemas

Porque a protagonista é uma doçura!
E o filme/roteiro bom. Não compactuo, mas é bom.

Porque as coisas da vida, ops, da morte não devemos esquecer.
P.S.: Não esqueci de nomear não! É que se nomeio qualquer bobão acha meu blogão num buscador qualquer.
A Nicole nasceu.
Não existe fato que me deixa mais emocionada que o nascimento de uma criança.
Coisa linda!
Ehhhhhhhhh, Janda, finalmente virou vovó.
................
Eu fui vê-la. Ela é linda. A foto comprova. (foto não é minha)

Hoje foi barba, cabelo, bigode, pentelho e qualquer outra coisa mais que precisasse fazer. Hahahahahah
Manoela foi campeã aqui em Guarujá.
Gabriela foi campeã Nikkey (novamente, só para eles se certificarem rs) lá em Sampa.
A luta da Manoela eu posto mais tarde (assim não preciso descrever. Digo apenas é que Manoela estava nervosa, né nhunha? "Não gosto de pegar gente que eu não conheço!"). Foi uma luta rápida, mas tão rápida que a vovó dela perguntou: Já acabou?
Já a da Gabi não tenho, of course. Podia ter já que meu coração pediu para eu ir até lá logo depois que acabou a luta da Manoela. Dava tempo! O nosso medo era chegar lá e não ter adversária para a Gabi. Bom, teve e foi uma adversária de peso. Tanto que Gabriela estava perdendo quando nos últimos segundos ela pegou a oponente no chão e bau bau japonesinha... Foi o que me contaram.
Luta única da Manoela hoje.
Direto pro ouro.
Ela é a de faixa roxa.Bã.


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BRASIL, Sudeste, GUARUJA, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Italian, Livros, Gastronomia
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